No school? No problem.

No school? No problem.

Caro Educador Cristão,


Todos estamos surpresos com a forma como o novo Corona Vírus está se espalhando pelo mundo, chegando ao Brasil, e de como ele afeta todos nós, de uma maneira ou de outra. Recebemos e-mails e ligações de escolas perguntando sobre o que fazer nesse tempo. É tempo de Orar e de Agir! No Brasil, por enquanto, a recomendação é que as aulas não sejam suspensas. As escolas devem providenciar local com água e sabão acessível para os alunos lavarem as mãos.
Também dispor Alcool gel 70 nas salas. Se possível, evitar ar condicionado e separar o que puder as carteiras das crianças.

A ACSI USA preparou um webinar com dicas para promover as aulas online. Não é o nosso caso ainda, mas, esse webinar atende a necessidade atual das escolas na Europa e EUA que estão fechando.

Compartilhamos com a intenção que as escolas do Brasil possam conhecer possibilidades e até se preparar com antecipação, caso, essa também seja a nossa necessidade.

O webinar gravado se chama "No School? No Problem!" e tem recursos para download, que gostaríamos de compartilhar com você. No seminário on-line, a Dra. Erin Wilcox compartilha dicas e recursos disponíveis para fazer a transição do aprendizado dos alunos para os dias de instrução on-line, para minimizar o impacto dos cancelamentos.

Link de gravação do webinar
Faça o download dos slides da apresentação do webinar
Faça o download do Webinar Resource Guide

Informe-nos como podemos orar por sua escola.

Com orações,

Equipe da ACSI Brasil

5 mitos do planejamento

5 mitos do planejamento

Lembra-se de quando você estava para realizar sua última grande viagem? O excitamento, a lista de coisas a resolver – verificar malas, passaporte, passagens, as possibilidades meteorológicas, medicamentos, se era necessário ou não tomar alguma vacina, os lugares a visitar, que souvenirs  comprar e para quem, horários de conexões, expectativa do que encontrar, de como falar com as pessoas em uma outra língua; certamente, imagino eu, você poderia enumerar mais algumas coisas.  

Toda esta sadia preocupação na preparação de uma viagem pessoal se assemelha em muito com o pensar o que será feito pedagogicamente em uma sala de aula. Afinal de contas, planejar é preparar algo para um determinado fim. Usamos isso todo tempo e muitas vezes, o fazemos de modo inconsciente. 

Neste breve texto, gostaria de lembrar com você 5 mitos sobre o planejamento escolar que podem ajudar a você a ajustar sua mente e coração para um 2020 bem sucedido. 

 

Mito 1Planejar é algo simples.  Sim, se você planejar ir ao supermercado ou fazer determinada compra online, não há muita coisa envolvida nisso. Entretanto, ao pensar a partir de um determinado conteúdo e torná-lo acessível, compreensível, integrado à cosmovisão cristã, aplicável à vida de alguma forma e fazê-lo atraente ao aluno, você concordará comigo que isso demandará tempo e reflexão profunda. O sábio Salomão deixou bem claro que há tempo para todo propósito debaixo do céu. Deduz-se então que, um professor organizado, conseguirá ter o tempo necessário para dedicar-se à preparação de sua aula, pois uma de suas importantes atividades é o seu trabalho, o exercício de sua profissão, não aos homens, mas ao Senhor. O apóstolo Paulo, afirma que “Nele (Jesus Cristo) estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento.” Colossenses 2 e o livro de Provérbios no capítulo 25:2 diz: “A glória de Deus é encobrir as coisas; mas a glória dos reis é esquadrinhá-las.” Estes dois versículos nos dão uma grande dica – reflita! Invista tempo sobre seu conteúdo, suas relações e implicações com o seu contexto local, regional nacional e global, se for o caso e em como trabalhá-lo com seus estudantes.  Rascunhe ideias em oração, escrutine a Deus e peça a ele que abra seu entendimento para qual o melhor modo de dar sua aula ao seu público específico.  Garanto a você que você se surpreenderá com os preciosos insights do Espírito sobre sua mente e coração. 

 

Mito 2Planejar é perda de tempo. Talvez para aqueles que queiram abraçar o mundo ou não se importam muito com sua vida profissional. Um professor competente e com alguma experiência sabe de antemão que se há dez minutos para fazer algo, os três primeiros minutos devem ser de planejamento do que irá se fazer. O tempo investido na realização de um bom plano, economiza o precioso tempo na aula e dá segurança ao professor, principalmente naqueles momentos que ajustes precisam ser feitos no curso da aula; pois, ele não perderá de vista onde quer chegar e terá mais tranquilidade de mente para lidar com os imprevistos, sem temor, sem ansiedade. Um professor despreparado terá que lidar não somente com sua falta de direção e propósito, mas também com os súbitos acontecimentos que são naturais na sala de aula.  

 

Mito 3Planejar é desnecessário ao professor experiente. Jamais conheci um professor experiente (leia-se bom e capaz) que não tomasse algum tempo de planejamento. Há certas lendas do meu tempo de ensino médio de que alguns professores só olhavam o tópico a ser dado e davam um show. Tais lendas, contudo, davam a mesma aula havia anos, somente atualizando os dados necessários. De todos eles, somente um eu guardo com admiração. Àquela época ele preparava um esquema em papel craft, o qual ele desenrolava sobre o quadro verde, prendendo-o com fita adesiva. Daquele esquema saíam duas horas de aulas incríveis. Percebíamos que ele havia preparado sua aula e pensado em nós e em algumas de nossas dificuldades. Um professor experiente saberá que não há sala de aula igual e que até um mesmo aluno no ano seguinte tem outra maturidade e outros interesses que o tempo desperta e modifica. Por isso, humildemente, o professor experiente prepara-se para entregar aos alunos o melhor de si e de seu conteúdo. 

 

Mito 4Planejar é traçar uma rota. Não, não é. Planejar é traçar um destino, é ir em direção a um objetivo. Certa vez, em um dos cursos de especialização que fiz, nosso professor nos levou a um quartel do exército. Lá fizemos uma atividade com bússola e mapa, todavia não havia caminhos e tínhamos que chegar ao nosso destino. Da mesma forma que acontece hoje quando o Google ou Waze nos leva para determinado lugar, vemos que há várias possibilidades de rotas para uma mesma direção. Aquelas com pedágio, sem pedágio, por vias principais, por vias secundárias, evitando tráfego (este nunca funciona direito), evitando vizinhanças perigosas (aqui sugiro bom senso), mais custo, menos custo de combustível, paisagem mais bonita, menos bonita. E cada escolha desta oferece uma vantagem e desvantagens.  O ponto é que devemos chegar ao destino da boa aprendizagem de nossos alunos pelo caminho que melhor se adapta à nossa realidade de sala de aula e que traz mais ganho. Se você quiser ser rígido e dar todos os passos planejados sem avaliar nada, provavelmente você irá se frustrar. Muito provável que algum aluno seu que gosta de sua matéria tenha alguma contribuição que pode, no bom sentido, desbancar boa parte de seu itinerário. Se sua sensibilidade entender do benefício disso para toda turma, você talvez vá pelo caminho da paisagem mais bonita. São vinte minutos a mais e alguns litros de combustível, mas a experiência compensará todo investimento. 

 

Mito 5Planejar é seguir o que o livro tem no índice. Nada mais falso do que isso! O planejamento é algo que traz em si uma intencionalidade que vai além dos limites do material que se tem em mãos para trabalhar. Ele é algo deliberadamente preparado, intencionalmente pensado, propositadamente articulado para um fim. Howard Hendricks, um reconhecido professor e autor cristão americano, era conhecido justamente por ser intencional, deliberado na condução de suas atividades em sala de aula. Se você já leu algum livro dele, você sabe bem do que eu estou falando. Recentemente, li um livro de uma de seus antigos alunos, no qual ele cita que propositadamente, ele testou o professor Hendricks no primeiro momento intencional de aula. Ele havia percebido a estrutura que o professor aplicava, e decidiu sentar-se no fundo da sala, não dar bola a nada do que acontecia nos primeiros momentos e poucos minutos após a aula ter iniciado, Mr. Hendricks pergunta a ele se está tudo bem, considerando que aquele único aluno não estava correspondendo à sua proposta. O que, o modo pelo qual, em que momento e as razões pelas quais você faz o que faz em sala de aula revelam não só a qualidade do seu trabalho como docente, mas o tipo de profissional que você é. Alie a isso, suas expressões, seu vocabulário, seu tom de voz como fatores que contribuem para o sucesso ou fracasso do seu excelente plano de aula. Parece exagero, contudo, pondere e comece a ter um olhar para estas coisas em sua sala de aula e você verá que isso é bem real. 

 

Assim, do mesmo modo que investimos tempo e reflexão para definir nossas viagens, rever datas, horários, itinerários. Conferir se toda documentação está correta, definir os destinos e os objetivos de nossos passeios e do que intencionamos realizar em cada momento neste nosso tempo de lazer, ver se temos todos os recursos disponíveis para executar nosso plano de desbravar novas terras ou rever e reexplorar lugares já conhecidos, temos de considerar o preparo de nossas aulas ou de nossas atividades pedagógicas não somente em sala de aula, mas em todas as atividades e ações da escola. 

A sala de aula é lugar de interação, de relações que se cruzam, de estados de humor que se encontram, de situações familiares que ficaram ali no portão da escola esperando o último sinal, de expectativas que vão além do que o professor deseja ensinar e o aluno anseia aprender.  

Leia Provérbios 16: 1,2 e 9. Considere-os para sua sala de aula. Busque estar sensível a Deus, pois ao mesmo tempo que ele usa você na vida de seus alunos e colegas professores, ele também os usa na sua vida, a fim de que o perfume de Cristo exale de você para todos ao seu redor.

 

 Boa Aula! 

Treinamento no Instituto Educacional e Cultural Filadélfia

Treinamento no Instituto Educacional e Cultural Filadélfia

 

Tivemos o privilégio de compartilhar sobre o trabalho da ACSI  e fazer um treinamento sobre a importância e como usar a Série Caráter no Instituto Educacional e Cultural Filadélfia em  Osasco – SP. Na ocasião pudemos nos reunir com a equipe docente da Educação Infantil e Fundamental e também conhecer as novas dependências da escola.

Louvamos a Deus pela provisão dos recursos e visão da liderança nas reformas feitas. A Escola está muito linda, moderna e funcional.
Que Deus abençoe esse ano letivo!

Contem com a ACSI Brasil

😊

Segura na mão de Deus e.... vai!

Breve relato de uma experiência:
Eu gosto de parque de diversões! Sempre gostei! Desde pequena esperava o feriado do Natal para ir com minha família (tios e primos) ao parque montado no centro da cidade de Caruaru, interior de PE. Ah como era bom! Bom pela emoção dos brinquedos e bom por estarmos juntos vivendo tudo aquilo. Em 2019, eu tive a oportunidade de viajar para o parque Beto Carrero em Santa Catarina com minha família. Dessa vez, éramos primas e filhos curtindo dias de lazer e vendo os pequenos colecionando momentos como os de nossa infância. A minha sobrinha (6 anos) era a maior de todas as crianças, e, portanto, podia ir em mais brinquedos; isso inclui a montanha russa Star Mountain que tem 2 loopings (duas voltas de cabeça para baixo). Para nossa surpresa ela se mostrou muito destemida para ir e curtiu tanto que fomos 3 vezes! Foi muito legal vê-la enfrentar o medo, perceber o quanto ela é corajosa, no sentido de ser aventureira e topar essas emoções e, principalmente de vê-la tão feliz e confiante! Como dizem “os sábios Timão e Pumba”: isso é viver, é aprender!

E observando essa experiência recente aprendi algumas lições que compartilho com você. Vamos lá!

  1. A vida é uma montanha russa! Estamos sentados no carrinho da vida e foi dada a largada! O percurso é sempre misterioso e sabemos que teremos surpresas. Está tudo bem e... de repente, sem esperar vem uma baita descida ou uma curva que parece que vamos ser lançados para fora do carrinho. Esses acontecimentos nos deixam, literalmente, de cabelo em pé e com a sensação que o coração vai sair pela boca. Nessas horas “O CINTO” mostra o seu valor! Ele nos segura, nos protege. Eis a importância de ter um bom cinto de segurança! Ele precisa ser mais resistente que nós mesmos! E aqui está uma grande descoberta dessa jornada que é a vida: não somos grandes! Não somos suficientes em nós mesmos! Nos altos e baixos do percurso, somos dependentes do CINTO.
  2. O cinto! Ele nos mantém presos e seguros no carrinho. Na vida, ele representa nossos valores, ideias e conceitos. “Esses cintos” nos seguram nos revezes da vida, nos altos e baixos, nas curvas, enfim, em todo trajeto. É importante verificar se esses cintos realmente são seguros, fortes o bastante e confiáveis, pois na hora do looping da vida, eles precisam nos sustentar. No entanto, em se tratando de vida, sabemos que os sentimentos, as ideias e conceitos humanos mudam. Então, onde encontraremos esse “cinto” infalível? Somente em Deus e em sua Palavra! Deus não muda! Suas palavras são eternas! De geração em geração seus mandamentos e promessas têm sustentado o seu povo. Logo, na jornada da vida é sábio apoiar-se no Que é consistente e em Quem é sempre seguro e fiel. Certifique-se que você está atado(a) à Palavra de Deus!
  3. Pessoas passam pelo percurso de modos diferentes! Tem pessoas que gritam e outras que emudecem! Umas fecham os olhos, outras nem conseguem piscar. Tem gente que dá risada e também tem quem chore. Tem quem passe todo o percurso reclamando, mas também tem quem, apesar de não estar gostando do trajeto, decide ficar quieto, pois sabe que logo vai passar. Assim também é na vida. Pessoas próximas a nós, muitas vezes estão vivendo a mesma experiência, mas reagem de modo diferente. Nessas horas, o amor nos leva a suportar uns aos outros, a sermos compassivos e buscar viver em harmonia. Compartilhar experiências nos faz crescer! (A propósito, durante a volta na montanha russa eu gritei e fiz caras e bocas o tempo todo, já a minha sobrinha sorria feliz e tranquila. Nenhum grito, nenhuma cara de medo! Veja a foto.) 
  4. Tudo passa! No fim daquele minuto (que parece uma eternidade) de emoção vem a deliciosa sensação de: acabou, e estamos todos vivos e bem! O carrinho sacudiu, subiu, desceu velozmente, inclinou tanto que parecia que iria virar, e finalmente, após a última curva ele começa a frear. A vida que parecia tão fora de controle naquele tempo dentro do carrinho começa a voltar “ao normal”! Lembro que enquanto o carrinho parava eu olhei para o lado e perguntei: Você gritou? E minha sobrinha respondeu: Não! Eu fico relaxada! 😊 Assim é também na vida: os dias bons passam, e os dias ruins passam também! Vale refletir sobre como passamos por esses dias e que lições tiramos. A chuva vem para todos, e assim, os bons e os maus recebem as suas bênçãos! 
  5. Relaxar! Igual a confiar! Pensando nessa postura de conforto de minha sobrinha eu faço duas análises: ou ela confia muito na estrutura ou ela é muito ingênua! Em ambas as opções eu vejo vantagens.
    *Se ela relaxou porque se sentiu segura na estrutura (carrinho + cinto+ trajeto), damos o mérito para o engenheiro que planejou o brinquedo. Ressalto também que ela confiou em nós (família), que além de explicar tudo o que iria acontecer, também estávamos com ela dentro do mesmo carrinho.
    *É possível entender que ela é ingênua por não saber que essas estruturas falham e que acidentes podem acontecer. Mas nesse caso, a ingenuidade a livrou de se privar de uma sensação boa, por um sentimento antecipado de ansiedade por algo que poderia acontecer, e ainda deixar que essa sensação tivesse o poder de tirar a paz e a alegria do momento. E é por isso que concluo que em ambas as hipóteses a “sabedoria infantil” nos ensina! Na vida, devemos confiar no Engenheiro que planejou todo o percurso. Não sabemos quando será a próxima descida ou curva, mas sabemos que Ele tem o controle e nos fornece a Sua Palavra (o bendito ‘cinto de segurança’). Também sabemos que Ele está no carrinho conosco, Ele não nos deixa sozinhos! Nesse caso, podemos até ser ingênuos e desconsiderar os percalços que podem ou não acontecer. O amanhã não nos pertence mesmo! Relaxar na jornada, esse é o lema! Confiando no Autor da vida, que é Senhor da história! Ele tem nossos dias contados e tem planos de paz para cada um de nós! Jeremias 29.11


Em nosso contexto comum, nesse começo de ano letivo, penso em mim e em você, colega professor(a)! Penso que entramos no carrinho da montanha russa da vida escolar e agora é decidir como vamos viver esse trajeto. É certo que teremos muitas emoções, pois cada ano escolar é uma surpresa. Cada dia de convivência com alunos, famílias e demais pessoas da escola é uma curva dessa jornada. Muitas coisas estão em nosso controle, mas outras tantas fogem. Temos um planejamento definido, mas temos de nos preparar para as “descidas” inesperadas. Em muitos dias e por várias razões nos questionaremos: O que estou fazendo aqui? Mas também: Qual melhor lugar do que este?

Ah, a escola! Que lugar fabuloso! Um lugar onde tantos embarcam no início do ano com um misto de expectativas sobre quais experiências serão vivenciadas nesses 200 dias. Serão descobertas pessoais, conhecimentos acadêmicos, relacionamentos, crescimento e tantas oportunidades de ser e de experimentar algo bom. Desfrute dessa jornada e viva tudo o que ela propor! De todo o jeito, acredite que: vai ser massa!

Aconselho que você se apoie num “CINTO DE SEGURANÇA” realmente seguro! Verifique as motivações do seu coração. Confira as suas convicções pedagógicas. E considerando que tudo que é humano tem certa instabilidade, sugiro uma autoavaliação sobre os propósitos de Deus para sua vida!
Desejo de todo meu coração que você seja um professor(a) feliz! Satisfeito por saber que está seguro, vivendo o plano de Deus para sua vida!

E já que rodou a catraca, sentou-se no carrinho e travou o cinto, ah colega.... Segura na mão de Deus e vai! 😊

Um excelente ano letivo para você! 

Um abraço


Dilean

Desmistificando preconceitos sobre a educação escolar cristã

Desmistificando preconceitos sobre a educação escolar cristã

Além da noção comum de que matricular uma criança em uma escola cristã pode ser mais caro para os pais e limitar as habilidades de aprendizado do aluno, há muitas falácias sobre a educação cristã.

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